Qual é a sua situação?
O que é a licença sanitária
É a autorização da vigilância sanitária para funcionar em atividades que afetam a saúde: serviços de saúde, alimentos, medicamentos, cosméticos, estética, creches e outras. Muita gente ainda chama de alvará sanitário; no portal da Prefeitura ela aparece como “Licença Sanitária – CMVS”, e o pedido atual é a Licença de Funcionamento Sanitária no VRE/REDESIM.
Na capital, a regra é a Portaria SMS 266/2025. A linha da sua atividade no Anexo I diz o risco, se há inspeção prévia, a validade e os documentos.
Qual é o caminho da sua licença?
Licença automática pelo CLI
Sai pelo Portal Integrador VRE/REDESIM, sem inspeção prévia. Pessoa física pede direto na UVIS.
Restaurante, lanchonete, mercado, consultório só de consultas, salão de beleza.
Análise documental
Formulários, documentos e a Declaração de Conformidade da Atividade, assinada com o seu responsável técnico.
Clínica odontológica, estética com equipamento, micropigmentação, tatuagem, drogaria, creche.
Conformidade física
Além dos documentos, a vigilância exige a DCFF com ART ou faz inspeção antes de liberar. É aqui que a engenharia entra.
Como funciona com a DRD2
- Enquadramento gratuito
Você manda o CNAE, o endereço e o que faz no local. Respondemos com risco, caminho, validade e documentos. Você entrega: CNAE (ou cartão CNPJ) e endereço.
- Proposta com escopo
Dizemos por escrito o que está incluído, o que é do cliente e do responsável técnico, e o que pode exigir obra. Você entrega: área aproximada e fotos ou planta do local.
- Vistoria, documentos e DCFF
Conferimos o espaço, preenchemos os formulários, revisamos a DCA com o seu RT e, quando a linha exige, fazemos a DCFF com ART. Você entrega: documentos da empresa e do RT.
- Protocolo e acompanhamento
Protocolamos no VRE/REDESIM ou na UVIS e respondemos às exigências até a decisão do órgão.
- Validade sob controle
Para atividades com validade de 2 ou 3 anos, avisamos antes do vencimento para renovar a partir de 90 dias antes.
O que está incluído
O que a DRD2 faz
- Enquadramento da atividade no Anexo I
- Vistoria e lista de adequações
- Formulários, DCA revisada e DCFF com ART (quando exigida)
- Protocolo e resposta às exigências
- AVCB/CLCB do mesmo imóvel, se você quiser
O que fica com você e o seu RT
- Responsável técnico da atividade (médico, dentista, farmacêutico etc.)
- Taxas públicas, quando houver
- Obras e compra de equipamentos
- Ato constitutivo e documentos da empresa
Quanto custa
O valor depende de quatro coisas, e por isso o orçamento é feito depois do enquadramento:
- Caminho da atividade: CLI, DCA, inspeção prévia ou DCFF com ART;
- Tamanho do local: área e número de ambientes a conferir;
- Quantidade de atividades: cada CNAE e equipamento entra no pedido;
- Adequação física: se há ajuste ou obra antes de declarar.
Veja exemplos de escopo em quanto custa a licença sanitária.
Licença sanitária por tipo de negócio
Por que uma empresa de engenharia
- A DCFF é trabalho de engenheiro. Ela exige ART e Memorial Descritivo de Atividades, e é pedida justamente nas atividades de maior risco: clínicas com exames, laboratórios, imagem, farmácia de manipulação, indústrias e distribuidoras de medicamentos.
- Licença sanitária e AVCB no mesmo imóvel. A vigilância e os Bombeiros avaliam o mesmo espaço. Planejar os dois juntos evita obra repetida.
- Escopo por escrito. Você sabe desde o início o que é nosso e o que é do seu responsável técnico.
- Sem promessa de prazo do órgão. A decisão é da vigilância; o nosso prazo de preparação vem na proposta.
Onde atendemos
Atendemos estabelecimentos em toda a cidade de São Paulo: Centro, Zona Sul, Zona Oeste, Zona Norte e Zona Leste. A Portaria SMS 266/2025 vale para a capital; para Guarulhos, ABC, Osasco, Barueri e demais cidades da Grande São Paulo, fale com a gente antes, porque cada município tem regra própria (em muitos ainda vale o LTA).
Fora da capital, veja licença sanitária e LTA na Grande São Paulo.
Dúvidas frequentes
Alvará sanitário e licença sanitária são a mesma coisa?
Na prática, sim: “alvará sanitário” é o nome popular. Na capital, o documento atual é a licença sanitária (Licença de Funcionamento Sanitária), pedida pelo VRE/REDESIM ou na UVIS conforme a Portaria SMS 266/2025.
Quanto tempo demora?
No risco médio, o CLI sai quando o cadastro no VRE é concluído. No risco alto, depende da análise documental ou da inspeção do órgão e das exigências. O nosso prazo de preparação vem por escrito na proposta.
A licença sanitária vence?
Depende da atividade. A coluna de validade do Anexo I diz se há renovação (por exemplo, 3 anos para drogaria e laboratório) ou se não há (“—”, como em consultório e restaurante). A renovação pode ser pedida a partir de 90 dias antes do vencimento.
Toda empresa precisa de licença sanitária em São Paulo?
Não. Só as atividades listadas no Anexo I da Portaria SMS 266/2025 precisam. Se o seu CNAE não está no anexo, não há licença sanitária municipal. Use a nossa consulta por CNAE para ver.
Qual a diferença entre risco médio e risco alto?
Risco II (médio) tem licença automática pelo CLI no portal VRE/REDESIM, sem inspeção prévia. Risco III (alto) exige análise documental pela DCA ou inspeção prévia, e às vezes a DCFF.
O que é a DCFF?
É a Declaração de Conformidade Físico-Funcional: formulário, ART e Memorial Descritivo de Atividades que comprovam que o espaço físico atende às normas sanitárias. Substituiu o antigo LTA na capital.
Vocês podem ser o responsável técnico da minha clínica ou farmácia?
Não. O responsável técnico da atividade é um profissional da área (médico, dentista, farmacêutico, biomédico etc.) ligado ao seu estabelecimento. Nós cuidamos do enquadramento, da DCFF, da adequação física e do processo.
Atendem fora da capital?
Sim, mas a regra muda. A Portaria SMS 266/2025 vale só para a cidade de São Paulo. Em outras cidades seguimos a regra local e, em muitas delas, ainda é exigido o LTA.