DRD2Licença Sanitária

Como tirar a licença sanitária em São Paulo: passo a passo

O caminho completo pela Portaria SMS 266/2025, em vigor desde 11/08/2025: como achar a sua atividade no Anexo I, qual portal usar, quando entra a DCA, a inspeção e a DCFF, e quando renovar.

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Portaria SMS 266/2025Anexo I rev. 40 (22/06/2026)Atualizado em 30/10/2026

Resumo em uma frase

Você descobre a linha da sua atividade no Anexo I; se for risco médio, tira o CLI no VRE/REDESIM; se for risco alto, monta formulários e documentos, passa pela DCA ou pela inspeção e, quando a linha pede, apresenta a DCFF com ART.

Passo a passo

  1. Confirme o CNAE e o endereço

    A licença é por estabelecimento e por atividade. Use o CNAE do cartão CNPJ e o endereço onde a atividade acontece.

  2. Ache a linha no Anexo I

    Cada linha traz quatro colunas que decidem tudo: validade, nível de risco, inspeção prévia e documentos. Se a atividade não está no anexo, não há licença sanitária municipal.

  3. Veja se é municipal ou estadual

    Algumas atividades trazem a nota de Cadastro Estadual de Vigilância Sanitária (CEVS, Portaria CVS 01/2024): hospitais gerais, maternidades, quimioterapia, radioterapia, controle de pragas, fábricas de saneantes e de produtos para saúde. Essas não são licenciadas pela Prefeitura.

  4. Risco II: CLI no VRE/REDESIM

    Para pessoa jurídica, a licença é automática pelo Portal Integrador Estadual, com emissão do Certificado de Licenciamento Integrado (CLI). Estabelecimento de pessoa física não tem licença automática e pede direto na UVIS.

  5. Risco III: formulários e documentos

    Preencha os formulários do Anexo VI e reúna os documentos da coluna “Documentos” (ato constitutivo, comprovação de habilitação e vínculo do responsável técnico e outros, conforme a linha).

  6. DCA ou inspeção prévia

    Quando a coluna de inspeção diz “DCA”, a análise é documental, com a Declaração de Conformidade da Atividade. Quando diz “SIM”, a vigilância inspeciona o local antes de liberar.

  7. DCFF, se a linha exigir

    Laboratórios, serviços de imagem, hospital-dia, farmácia de manipulação, indústrias de medicamentos e cosméticos e outras atividades pedem a DCFF: formulário, ART e Memorial Descritivo de Atividades.

  8. Acompanhe e renove

    Responda às exigências até a emissão. Se a linha tem validade (1, 2 ou 3 anos), programe a renovação; se a validade é “—”, não há renovação periódica.

As quatro colunas do Anexo I

ColunaO que significaExemplo
ValidadePrazo para renovar. “—” = sem renovação periódica.Drogaria: 3 anos · Clínica odontológica: —
Nível de riscoII (médio) ou III (alto).Restaurante: II · Laboratório clínico: III
Inspeção préviaNÃO (risco médio), DCA (análise documental) ou SIM (inspeção antes da licença).Drogaria: DCA · Farmácia de manipulação: SIM
DocumentosNúmeros que remetem à lista da portaria (11 a 43).17 = DCFF · 19 = DCA · 21 = ato constitutivo

Documentos que mais aparecem

NºDocumentoQuem providencia
11 a 14Formulários XI, XII (serviço de saúde), XIII (equipamentos) e XIV (por segmento)Preparamos com você
17DCFF: formulário, ART e Memorial Descritivo de AtividadesDRD2 (engenheiro)
19DCA: Declaração de Conformidade da AtividadeDRD2 + responsável técnico
21Ato constitutivo da empresaVocê ou o seu contador
22, 23, 24CPF, documento com foto e comprovante de endereço (pessoa física)Você
26, 27Habilitação profissional e vínculo do responsável técnicoSeu RT
38Certificado de especialização (estética)Profissional responsável

Renovação, alteração e baixa seguem o Anexo IV. Prazos de análise do órgão estão no Anexo V.

Licenças antigas continuam valendo?

As licenças de atividades de risco médio concedidas antes da Portaria 266/2025 permanecem válidas enquanto as informações do documento forem mantidas. Quando o CLI for emitido, a orientação da Prefeitura é pedir o cancelamento da licença sanitária anterior.

Atalhos por tipo de negócio

Risco médio ou alto: qual o caminho da sua licença sanitária

Comparação

Risco II (médio)Risco III (alto)
Como sai a licençaAutomática, CLI no VRE/REDESIMAnálise documental (DCA) ou inspeção prévia
Pessoa físicaPedido na UVISPedido na UVIS
DCFFNãoQuando a linha lista o documento 17
Responsável técnicoConforme a atividadeExigido na maioria das linhas
ValidadeSem renovação periódicaSem renovação, 2 ou 3 anos, conforme a linha

Quantos códigos em cada nível

No Anexo I rev. 40 (22/06/2026), 54 códigos são só risco médio, 119 só risco alto e 8 têm linhas dos dois níveis. A consulta por CNAE mostra o seu.

Mesmo negócio, riscos diferentes

  • Consultório médico só de consultas é risco médio; com exames no local, risco alto;
  • Limpeza de pele é risco médio; procedimento invasivo não cirúrgico, risco alto;
  • Restaurante é risco médio; cozinha industrial que fornece para empresas, risco alto;
  • Transporte de alimentos é risco médio; de medicamentos, risco alto.

Dúvidas frequentes

Como sei o meu risco?

Pela linha da sua atividade no Anexo I. Use a consulta por CNAE ou mande o seu cartão CNPJ no WhatsApp.

Uma atividade secundária de risco alto muda tudo?

Ela precisa ser licenciada. Na prática, o pedido sai do fluxo automático para essa atividade.

Dúvidas frequentes

Quanto tempo leva para sair a licença sanitária?

No risco médio, o CLI sai pelo portal assim que o cadastro é concluído. No risco alto, o prazo de análise do órgão segue o Anexo V da portaria e depende das exigências. O nosso prazo de preparação é combinado na proposta.

Preciso de licença sanitária para abrir o CNPJ?

O CNPJ vem antes. A licença sanitária é pedida depois, para o endereço onde a atividade será exercida, e precisa estar ativa antes de começar a funcionar.

MEI precisa de licença sanitária?

Depende da atividade e do risco no Anexo I, não do porte. Consulte o seu CNAE antes de começar a funcionar.

Onde pego os formulários?

Os formulários estão no Anexo VI da portaria, no site da Prefeitura. São obrigatórios para as atividades do Anexo I, e qual usar depende da atividade.

No mesmo imóvel: AVCB do Corpo de Bombeiros

A vigilância sanitária e os Bombeiros avaliam o mesmo espaço. Planejar as duas licenças juntas evita obra repetida.

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Quem cuida do seu processo

Engenheiro responsável, empresa registrada e atendimento em SP

Você sabe exatamente quem assina o seu projeto: engenheiro com CREA ativo, empresa com CNPJ e acompanhamento direto do diagnóstico até o certificado do Corpo de Bombeiros.

Responsável técnico

Eng. Samuel Costa, CREA-SP 5070163570, responsável por análises, laudos e acompanhamento técnico.

Empresa identificada

DRD2 Engenharia LTDA, CNPJ 51.774.619/0001-94, base em São Paulo capital.

Como conduzimos o processo

Diagnóstico, conferência dos documentos, adequações, protocolo no Via Fácil Bombeiros e resposta a Comunique-se até a emissão do certificado.

O que fazemos

AVCB, CLCB, renovação, projeto técnico, hidrantes, sprinklers, alarme, SPDA, gás e brigada.

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