DRD2Licença Sanitária

AFE Anvisa para medicamentos e insumos farmacêuticos

Distribuidoras, importadoras, armazéns, transportadoras e indústrias de medicamentos precisam de AFE na Anvisa e de licença sanitária local. Cuidamos dos dois, do relatório de inspeção ao peticionamento.

Atendimento em toda a capital, com visita técnica do engenheiro quando o caso exige.

Portaria SMS 266/2025Anexo I rev. 40 (22/06/2026)Atualizado em 30/10/2026
AFE em resumofonte: gov.br/Anvisa
Quem emite
Anvisa (federal)
Como pedir
Peticionamento eletrônico no sistema Solicita
Pré-requisito local
Relatório de inspeção da vigilância sanitária
Prazo médio
30 dias corridos (máximo de 60, RDC 743/2022)
Validade
Sem validade; alterações exigem nova petição
Taxa
TFVS, conforme porte e tipo de pedido
Conferido na página oficial do serviço, atualizada em 15/12/2025.

O que é a AFE

A Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) é a permissão da Anvisa para empresas que armazenam, distribuem, embalam, exportam, fabricam, importam ou transportam medicamentos e/ou insumos farmacêuticos. A base é a Lei 6.360/1976 e a RDC 16/2014, que define os critérios para pedir AFE e Autorização Especial (AE).

A AFE não substitui a licença sanitária. Na cidade de São Paulo, distribuidora de medicamentos (4644-3/01), armazém e transportadora de produtos de saúde são risco alto com inspeção prévia, e a distribuidora de medicamentos ainda exige DCFF.

Licença local e AFE: a ordem

  1. Enquadramento

    Confirmamos o CNAE e as atividades: armazenar, distribuir, importar, transportar, fabricar.

  2. Licença sanitária local

    Na capital: formulários, DCFF com ART quando exigida, protocolo e inspeção da vigilância. É dela que sai o relatório de inspeção pedido pela Anvisa.

  3. Cadastro na Anvisa

    CNPJ cadastrado e gestor de segurança vinculado para acessar o sistema Solicita.

  4. Peticionamento da AFE

    Escolha do assunto de petição correto, formulários e anexos conforme o checklist da Anvisa.

  5. Acompanhamento

    Resposta a exigências até a publicação. Depois, alterações sempre que mudar endereço, RT, atividades ou razão social.

Quem precisa

AtividadeAFE (Anvisa)Licença sanitária na capital
Distribuidora de medicamentosSimRisco III, inspeção, DCFF, 3 anos
Importadora de medicamentos ou insumosSimConforme a atividade exercida no local
Armazém ou depósito para terceirosSim, se armazena medicamentosRisco III, inspeção, 3 anos
Transportadora de medicamentosSimRisco III, inspeção, 3 anos
Indústria de medicamentos e farmoquímicosSimRisco III, inspeção, DCFF, 2 anos
Farmácia e drogariaSim, regra própria (ver página)Risco III, DCA ou inspeção, 3 anos

Escopo

O que a DRD2 faz

  • Enquadramento das atividades
  • Licença sanitária local, DCFF e adequação física
  • Peticionamento da AFE no Solicita
  • Acompanhamento de exigências
  • Alterações de AFE e AVCB/CLCB do imóvel

O que fica com você e o seu RT

  • Farmacêutico responsável técnico e os documentos dele
  • Manual e procedimentos de boas práticas da empresa
  • Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária

Dúvidas frequentes

Quem precisa de AFE?

Empresas que armazenam, distribuem, embalam, exportam, fabricam, importam ou transportam medicamentos ou insumos farmacêuticos. Farmácias e drogarias também têm AFE, por uma regra própria (RDC 275/2019).

A AFE substitui a licença sanitária?

Não. São autorizações diferentes: a licença sanitária é local (na capital, da Prefeitura) e a AFE é federal (Anvisa). A Anvisa pede o relatório de inspeção da vigilância local no pedido, e as atividades da AFE precisam estar também na licença de funcionamento.

Quanto tempo demora?

A Anvisa informa prazo médio de 30 dias corridos e tempo máximo de espera de 60 dias, conforme a RDC 743/2022. O prazo real depende da fila e de exigências.

A AFE vence?

Não tem validade. Mas qualquer mudança de razão social, endereço, responsável técnico, representante legal ou atividades exige petição de alteração.

Quanto custa a taxa?

Há a Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária, que varia conforme o porte da empresa e o tipo de pedido. Os honorários do serviço são combinados na proposta.

E substâncias controladas?

Para substâncias sujeitas a controle especial existe a Autorização Especial (AE), também regida pela RDC 16/2014. Avaliamos se o seu caso precisa dela.

Fontes

No mesmo imóvel: AVCB do Corpo de Bombeiros

A vigilância sanitária e os Bombeiros avaliam o mesmo espaço. Planejar as duas licenças juntas evita obra repetida.

Mande o CNAE. A gente diz o caminho.

Enquadramento gratuito: risco, se precisa de DCFF, documentos e próximos passos para o seu endereço em São Paulo.

Prefere que a gente chame?

Respondemos em horário comercial.

Seus dados só são usados para este atendimento. Política de privacidade.

Quem cuida do seu processo

Engenheiro responsável, empresa registrada e atendimento em SP

Você sabe exatamente quem assina o seu projeto: engenheiro com CREA ativo, empresa com CNPJ e acompanhamento direto do diagnóstico até o certificado do Corpo de Bombeiros.

Responsável técnico

Eng. Samuel Costa, CREA-SP 5070163570, responsável por análises, laudos e acompanhamento técnico.

Empresa identificada

DRD2 Engenharia LTDA, CNPJ 51.774.619/0001-94, base em São Paulo capital.

Como conduzimos o processo

Diagnóstico, conferência dos documentos, adequações, protocolo no Via Fácil Bombeiros e resposta a Comunique-se até a emissão do certificado.

O que fazemos

AVCB, CLCB, renovação, projeto técnico, hidrantes, sprinklers, alarme, SPDA, gás e brigada.

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