DRD2Licença Sanitária

Licença sanitária para hospital-dia e ambulatório cirúrgico

Clínicas que fazem procedimentos cirúrgicos, inclusive de cirurgia plástica, vão do ambulatório tipo I (DCA) ao hospital-dia (inspeção e licença de 2 anos). Em todos, a DCFF está na lista.

Atendimento em toda a capital, com visita técnica do engenheiro quando o caso exige.

Portaria SMS 266/2025Anexo I rev. 40 (22/06/2026)Atualizado em 30/10/2026
Procedimentos cirúrgicosCNAE 8630-5/01 e 8610-1/01
EstabelecimentoRiscoCaminhoValidade
Ambulatório cirúrgico tipo I8630-5/01 · tipo 110
III Alto
DCA DCFF
—
Ambulatório cirúrgico tipo II8630-5/01 · tipo 160
III Alto
Inspeção DCFF
3 anos
Unidade tipo III / médico-cirúrgica de curta permanência8630-5/01 · tipo 161
III Alto
Inspeção DCFF
3 anos
Hospital-dia8610-1/01 · tipo 113
III Alto
Inspeção DCFF
2 anos
Fonte: Portaria SMS 266/2025, Anexo I rev. 40 (22/06/2026). Validade “—” = sem renovação periódica.

Como é a licença

O ambulatório cirúrgico tipo I é risco III com DCA e DCFF, sem renovação periódica. O tipo II e a unidade tipo III exigem inspeção prévia, DCFF e renovação a cada 3 anos. O hospital-dia exige inspeção, DCFF e renovação a cada 2 anos.

Clínica de estética sob responsabilidade médica que faz procedimentos cirúrgicos entra aqui (8630-5/01), e não no código de estética. Hospital geral e maternidade são de Cadastro Estadual (CEVS).

Documentos

12Formulário XII13Formulário XIII17DCFF com ART e memorial19DCA21Ato constitutivo26, 27Habilitação e vínculo do RT

A DCA vale para o tipo I. Nos tipos II e III e no hospital-dia, a análise é por inspeção. Pessoa física no tipo I usa os formulários XII e XIII, a DCA, CPF, documento com foto, comprovante de endereço e a habilitação do profissional.

O que é cada documento

Pontos de atenção

  • Classificação correta do tipo (I, II ou III), que depende do porte dos procedimentos e da anestesia;
  • Centro cirúrgico, recuperação, central de material esterilizado e fluxos;
  • Instalações de gases medicinais, energia de emergência e climatização;
  • AVCB: ambulatórios e hospital-dia costumam ter exigências maiores dos Bombeiros.

Tipo I, II ou III

O tipo do ambulatório depende do porte do procedimento e do tipo de anestesia. Declarar tipo I e operar como tipo II é um erro comum, que aparece numa fiscalização e muda todo o processo, de DCA para inspeção.

Na cirurgia plástica, o salto costuma vir com procedimentos sob anestesia geral ou com pernoite. Definimos o tipo com você antes de projetar.

Escopo

O que a DRD2 faz

  • Definição do tipo (I, II, III ou hospital-dia)
  • DCFF com ART
  • Projeto de adequação do centro cirúrgico
  • DCA ou inspeção, conforme o tipo
  • Renovação e AVCB

O que fica com você e o seu RT

  • Responsável técnico da atividade e os documentos dele
  • Ato constitutivo e dados da empresa

Alvará sanitário de hospital-dia e ambulatório cirúrgico: passo a passo

Com a DRD2, hospital-dia e ambulatório cirúrgico passa por 4 passos, pelo caminho de análise documental com DCA, inspeção prévia ou DCFF com ART: enquadramento gratuito pelo CNAE; vistoria do espaço antes de declarar; formulários e documentos, DCA com o seu responsável técnico e DCFF com ART; protocolo e acompanhamento até a decisão. Como a validade é de 2 anos ou 3 anos, planejamos também a renovação.

Para orçar, olhamos a área e os ambientes, quantas atividades e equipamentos entram no pedido e se há ajuste ou obra antes de declarar. Exemplos de escopo.

Dúvidas frequentes

Clínica de cirurgia plástica precisa de inspeção?

Depende do tipo. O ambulatório tipo I passa por DCA; os tipos II e III e o hospital-dia têm inspeção prévia.

Qual a validade?

Tipo I: sem renovação periódica. Tipos II e III: 3 anos. Hospital-dia: 2 anos.

Precisa de DCFF?

Sim, nos três tipos de ambulatório cirúrgico e no hospital-dia.

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No mesmo imóvel: AVCB do Corpo de Bombeiros

A vigilância sanitária e os Bombeiros avaliam o mesmo espaço. Planejar as duas licenças juntas evita obra repetida.

Mande o CNAE. A gente diz o caminho.

Enquadramento gratuito: risco, se precisa de DCFF, documentos e próximos passos para o seu endereço em São Paulo.

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Seus dados só são usados para este atendimento. Política de privacidade.

Quem cuida do seu processo

Engenheiro responsável, empresa registrada e atendimento em SP

Você sabe exatamente quem assina o seu projeto: engenheiro com CREA ativo, empresa com CNPJ e acompanhamento direto do diagnóstico até o certificado do Corpo de Bombeiros.

Responsável técnico

Eng. Samuel Costa, CREA-SP 5070163570, responsável por análises, laudos e acompanhamento técnico.

Empresa identificada

DRD2 Engenharia LTDA, CNPJ 51.774.619/0001-94, base em São Paulo capital.

Como conduzimos o processo

Diagnóstico, conferência dos documentos, adequações, protocolo no Via Fácil Bombeiros e resposta a Comunique-se até a emissão do certificado.

O que fazemos

AVCB, CLCB, renovação, projeto técnico, hidrantes, sprinklers, alarme, SPDA, gás e brigada.

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