DRD2Licença Sanitária

Licença sanitária para empresa de ambulância e UTI móvel

O tipo de ambulância decide o caminho: remoção simples (tipo A) é risco médio com CLI; suporte básico e resgate (B e C) são risco alto com DCA; UTI móvel (tipo D) exige inspeção, DCFF e renovação a cada 3 anos.

Atendimento em toda a capital, com visita técnica do engenheiro quando o caso exige.

Portaria SMS 266/2025Anexo I rev. 40 (22/06/2026)Atualizado em 30/10/2026
Transporte de pacientesCNAE 8622-4/00, 8621-6/02, 8621-6/01
EstabelecimentoRiscoCaminhoValidade
Ambulância tipo A, remoção eletiva8622-4/00
II Médio
CLI no VRE
—
Suporte básico tipo B e resgate tipo C8621-6/02
III Alto
DCA
—
UTI móvel, suporte avançado tipo D8621-6/01
III Alto
Inspeção DCFF
3 anos
Aeronave tipo E e embarcação tipo F de transporte médico8621-6/01
III Alto
Inspeção
3 anos
Fonte: Portaria SMS 266/2025, Anexo I rev. 40 (22/06/2026). Validade “—” = sem renovação periódica.

Do tipo A ao tipo D

Remoção eletiva em ambulância tipo A (8622-4/00) é risco II, com CLI. Ambulâncias de suporte básico (B) e de resgate (C), no 8621-6/02, são risco III com DCA. A UTI móvel (tipo D), aeronave (E) e embarcação de transporte médico (F) no 8621-6/01 são risco III com inspeção e licença de 3 anos; a DCFF vale apenas para o tipo D.

Documentos (8621-6/01 e 8621-6/02)

12Formulário XII17DCFF com ART e memorial21Ato constitutivo26, 27Habilitação e vínculo do RT

O que é cada documento

A DCFF é exigida só para a UTI móvel tipo D. No 8621-6/02 a análise é documental (DCA), com formulário XII, ato constitutivo e documentos do RT, sem DCFF.

A base também conta

  • Garagem e área de limpeza e desinfecção das viaturas;
  • Guarda de medicamentos, materiais e oxigênio;
  • Rotina de manutenção dos equipamentos embarcados;
  • Base com AVCB, especialmente por causa dos cilindros de gases.

Como tiramos o alvará sanitário: empresa de ambulância e UTI móvel

Para empresa de ambulância e UTI móvel, o caminho é CLI automático no VRE/REDESIM, análise documental com DCA, inspeção prévia ou DCFF com ART. Fazemos em 4 etapas: enquadramento gratuito pelo CNAE; vistoria do espaço antes de declarar; formulários e documentos, DCA com o seu responsável técnico e DCFF com ART; protocolo e acompanhamento até a decisão. Com validade de 3 anos, a renovação já fica no calendário.

O prazo e o valor dependem da área e dos ambientes, de quantas atividades e equipamentos entram no pedido e de ajuste ou obra antes de declarar. Exemplos de escopo.

Dúvidas frequentes

Ambulância de remoção simples precisa de licença sanitária?

Sim, mas é risco médio (tipo A, 8622-4/00), com CLI.

UTI móvel precisa de DCFF?

Sim, a UTI móvel tipo D tem a DCFF na lista de documentos.

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A vigilância sanitária e os Bombeiros avaliam o mesmo espaço. Planejar as duas licenças juntas evita obra repetida.

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Enquadramento gratuito: risco, se precisa de DCFF, documentos e próximos passos para o seu endereço em São Paulo.

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Quem cuida do seu processo

Engenheiro responsável, empresa registrada e atendimento em SP

Você sabe exatamente quem assina o seu projeto: engenheiro com CREA ativo, empresa com CNPJ e acompanhamento direto do diagnóstico até o certificado do Corpo de Bombeiros.

Responsável técnico

Eng. Samuel Costa, CREA-SP 5070163570, responsável por análises, laudos e acompanhamento técnico.

Empresa identificada

DRD2 Engenharia LTDA, CNPJ 51.774.619/0001-94, base em São Paulo capital.

Como conduzimos o processo

Diagnóstico, conferência dos documentos, adequações, protocolo no Via Fácil Bombeiros e resposta a Comunique-se até a emissão do certificado.

O que fazemos

AVCB, CLCB, renovação, projeto técnico, hidrantes, sprinklers, alarme, SPDA, gás e brigada.

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